
As nuvens escurecem as fontes dos sentimentos, pois os fantasmas atacam a cidade. Mas a varinha da esperança aparece subitamente no adro, onde os abraços sensibilizam as fachadas solitárias, “Morte às coisas!”, atiram as gargantas sem mimos. E a noite dá lugar à alvorada, quando o sangue da vontade suja a pedra polida.
Sem comentários:
Enviar um comentário